Apontamentos Degradação da pedra e poluição atmosférica

Degradação da pedra e poluição atmosférica

A pedra natural é um dos nossos materiais de construção mais antigos, e é frequentementeolhada como um símbolo de permanência.

No entanto, ela não é absolutamente durável e a exposição ao ambiente, ao longo de muitos milhares de anos, provoca o aparecimento de uma eventual desagregação.

A velocidade com que essa desintegração ocorre varia de acordo com o tipo de pedra e com as condições ambientais, pelo que deve ser recordado que cortar-se e colocar-se uma pedra numa edificação não a imuniza contra os processos naturais de degradação ambiental.

Contudo, tornou-se evidente durante o último século que, em ambientes poluídos, os teores de degradação da pedra são fortemente acelerados, pelo que a expectativa de vida natural dessa pedra pode ficar drasticamente reduzida desde os milhares de anos para apenas dezenas, em certos casos e em certos ambientes urbanos.

A pedra natural é um dos nossos materiais de construção mais antigos, e é frequentemente olhada como um símbolo de permanência.

No entanto, ela não é absolutamente durável e a exposição ao ambiente, ao longo de muitos milhares de anos, provoca o aparecimento de uma eventual desagregação.

A velocidade com que essa desintegração ocorre varia de acordo com o tipo de pedra e com as condições ambientais, pelo que deve ser recordado que cortar-se e colocar-se uma pedra numa edificação não a imuniza contra os processos naturais de degradação ambiental.

Contudo, tornou-se evidente durante o último século que, em ambientes poluídos, os teores de degradação da pedra são fortemente acelerados, pelo que a expectativa de vida natural dessa pedra pode ficar drasticamente reduzida desde os milhares de anos para apenas dezenas, em certos casos e em certos ambientes urbanos.

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Actualmente, o principal responsável por esta aceleração da degradação da pedra é considerado ser a chuva ácida.

A chuva ácida ocorre quando certos poluentes – principalmente óxidos de enxofre provenientes da queima do carvão e do petróleo para fins domésticos e industriais, e óxidos de azoto provenientes dos escapes dos veículos, se combinam à luz do sol com a humidade atmosférica para formarem um cocktail de químicos que inclui ácidos sulfúrico e azótico.

Para esta chuva ácida também podem contribuir partículas poluentes (por ex. partículas de carvão não queimado e de cinzas volantes) que caem no terreno sob a forma de “deposição seca”, a reacção de gases com a pedra molhada e a chamada “deposição oculta” consequente do orvalho e do gelo.

Todos eles se combinam para criarem o fenómeno da deposição ácida. A deposição oculta é particularmente importante para os edifícios, porque é tipicamente mais ácida do que a própria chuva ácida, podendo atacar as zonas resguardadas que não são atingidas pela queda da chuva e porque podem ser produzidos sais potencialmente prejudiciais pela sua reacção com a pedra, os quais não são facilmente removidos por lavagem.

Actualmente, o principal responsável por esta aceleração da degradação da pedra é considerado ser a chuva ácida.

A chuva ácida ocorre quando certos poluentes – principalmente óxidos de enxofre provenientes da queima do carvão e do petróleo para fins domésticos e industriais, e óxidos de azoto provenientes dos escapes dos veículos, se combinam à luz do sol com a humidade atmosférica para formarem um cocktail de químicos que inclui ácidos sulfúrico e azótico.

Para esta chuva ácida também podem contribuir partículas poluentes (por ex. partículas de carvão não queimado e de cinzas volantes) que caem no terreno sob a forma de “deposição seca”, a reacção de gases com a pedra molhada e a chamada “deposição oculta” consequente do orvalho e do gelo.

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Todos eles se combinam para criarem o fenómeno da deposição ácida. A deposição oculta é particularmente importante para os edifícios, porque é tipicamente mais ácida do que a própria chuva ácida, podendo atacar as zonas resguardadas que não são atingidas pela queda da chuva e porque podem ser produzidos sais potencialmente prejudiciais pela sua reacção com a pedra, os quais não são facilmente removidos por lavagem.

Contrariamente a outros efeitos adversos da chuva ácida, tais como a destruição das florestas e a acidificação dos lagos e rios, a degradação da pedra não está normalmente associada ao transporte da poluição a longa distância.

Pelo contrário, é principalmente um fenómeno local concentrado dentro de um raio de poucos quilómetros em redor das fontes poluidoras, onde a deposição seca de poluentes é particularmente importante.

No Reino Unido conseguiu-se algum aligeiramento deste problema pela legislação sobre a qualidade, no entanto, a degradação da pedra ainda continua activa em resposta aos componentes menos visíveis da poluição atmosférica e às alterações dos padrões de poluição.

O mais importante entre eles tem sido o aumento do tráfego rodoviário que provocou ao aumento da conspurcação local dos edifícios a partir da respectiva rua. A este deve ser adicionado o chamado “efeito de memória” provocado por anos de poluição acumulada, o qual continuar a promover a degradação durante muito tempo após a fonte dessa poluição ter sido eliminada.

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