Apontamentos Sujidade e danos estéticos nos edifícios

Sujidade e danos estéticos nos edifícios

Tal como constitui uma contribuição maior para a dissolução, fissuração e desagregação da pedra dos edifícios nas cidades, a poluição atmosférica pode afectar a sua aparência, ao provocar o aparecimento de manchas e o escurecimento das superfícies – uma forma de “poluição visual”.

Este efeito é mais visível nas superfícies que não estão directamente expostas à chuva ou que apenas são molhadas pouco frequentemente.

A queda de chuva sobre a superfície das pedras provoca alguns danos, mas também tende a conservar a pedra numa condição relativamente limpa.

Em áreas dos edifícios que estão protegidas contra a chuva, as abundantes partículas de poeira e de fuligem da atmosfera urbana aderem à pedra produzindo uma aparência anti-estética e disfarçando a pormenorização arquitectónica.

A forma mais vulgar de sujidade acontece quando as partículas de poluição incorporadas numa camada de gesso, cristalizado a partir da pedra subjacente, são espalhadas sobre uma pedra não calcária a partir de um calcário adjacente ou de uma junta de argamassa, ou ainda quando essa sujidade é formada pela precipitação de gesso a partir da própria poeira.

Forma-se, então, o que geralmente se refere como crostas negras, apesar de, na realidade, elas poderem assumir qualquer tonalidade desde o cinzento claro até ao negro e, especialmente em localizações abrigadas, poderem crescer em formações espessas.

O padrão exacto de sujidade é influenciado pela forma do edifício e pelas estruturas vizinhas, as quais, por sua vez, influenciam os padrões do fluxo superficial do ar.

Forma-se, então, o que geralmente se refere como crostas negras, apesar de, na realidade, elas poderem assumir qualquer tonalidade desde o cinzento claro até ao negro e, especialmente em localizações abrigadas, poderem crescer em formações espessas.

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O padrão exacto de sujidade é influenciado pela forma do edifício e pelas estruturas vizinhas, as quais, por sua vez, influenciam os padrões do fluxo superficial do ar.

A sujidade é imediatamente óbvia para os proprietários dos edifícios e é a principal razão pela qual eles pagam a sua conservação.

Existe, no entanto, um debate sobre até que ponto as crostas negras apresentam uma ameaça para a estrutura física dos edifícios. Algumas pessoas afirmam que ela é um reservatório de sais potencialmente prejudiciais e que deve ser removida tão depressa quanto possível.

Em contradição com elas, outras vêem a sujidade como sendo um meio relativamente benigno de conservar coesa uma pedra que, de outra forma, seria friável. Tal como na maioria dos debates, ambos os pontos de vista têm os seus méritos.

O que fica claro é que o impacto de uma crosta negra depende muito do tipo de pedra em questão e que cada edifício deve ser encarado como um caso individual.

Existe também uma discussão cultural por resolver, sobre se o património edificado deve reflectir a sua história de exposição ambiental ou se, pelo contrário, nos devemos preocupar apenas em manter os edifícios ou em os revertermos à sua aparência original.

A sujidade é imediatamente óbvia para os proprietários dos edifícios e é a principal razão pela qual eles pagam a sua conservação. Existe, no entanto, um debate sobre até que ponto as crostas negras apresentam uma ameaça para a estrutura física dos edifícios. Algumas pessoas afirmam que ela é um reservatório de sais potencialmente prejudiciais e que deve ser removida tão depressa quanto possível.

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Em contradição com elas, outras vêem a sujidade como sendo um meio relativamente benigno de conservar coesa uma pedra que, de outra forma, seria friável. Tal como na maioria dos debates, ambos os pontos de vista têm os seus méritos. O que fica claro é que o impacto de uma crosta negra depende muito do tipo de pedra em questão e que cada edifício deve ser encarado como um caso individual.

Existe também uma discussão cultural por resolver, sobre se o património edificado deve reflectir a sua história de exposição ambiental ou se, pelo contrário, nos devemos preocupar apenas em manter os edifícios ou em os revertermos à sua aparência original.

As crostas negras não são a única origem da sujidade superficial e, por exemplo, muitos arenitos exibem manchas por óxidos de ferro.

Estes são, nalguns casos, trazidos à superfície em dissolução, a partir do interior da pedra, ao longo de muitos anos, e precipitados por evaporação ou, em certos casos, podem ser mobilizados e precipitados por uma limpeza química inadequada.

Em ambos os casos, a sua consequência imediata pode ser a produção de uma camada superficial de pedra endurecida à custa do enfraquecimento da pedra situada abaixo desta.

Inicialmente, esta camada pode proteger a pedra contra a erosão, mas se por qualquer razão nela for aberta uma brecha, a pedra subjacente pode-se perder muito rapidamente.

Por causa disto é importante que quando se limpam tais pedras, antes de tudo, não se usem químicos que possam mobilizar o ferro e depois, que se essa camada já existir, uma limpeza mecânica nunca a deverá afectar.

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