Apontamentos Selecção do nível de tratamento adequado

Selecção do nível de tratamento adequado

Os tratamentos que se seguem a esta secção, sob o formato de tabela, estão divididos em níveis baseados nos graus dos problemas consequentes da humidade.

O Nível I cobre a manutenção de conservação; o Nível II incide sobre as reparações usando materiais historicamente compatíveis, mitigando essencialmente as condições da humidade prejudicial; e o Nível III discute a substituição e a alteração de materiais que permitem uma utilização continuada num ambiente cronicamente húmido.

É importante começar-se pelo Nível I e trabalhar-se através de um tratamento fácil de gerir, como parte do controlo dos problemas consequentes da humidade.

Os edifícios em degradação profunda vão carecer de tratamentos de Nível II, e as condições difíceis e pouco habituais podem exigir tratamentos mais agressivos de Nível III.

Deve-se ter sempre muito cuidado quando se selecciona um tratamento. 

Os tratamentos descritos são um guia e não pretendem ser recomendações para obras específicas, já que a solução é sempre chegar-se a um diagnóstico adequado.  

Começa-se pela reparação de todas as deficiências mais óbvias, executando-se uma manutenção de conservação apropriada.

Se não se conseguir gerir a humidade apenas pela manutenção, é importante que ela seja reduzida pela mitigação dos problemas, antes de se ter que substituir os materiais históricos degradados.

Os tratamentos não devem remover materiais que  possam ser preservados; não devem envolver escavações extensivas, a menos que exista uma necessidade documentada; e não devem incluir o revestimento dos edifícios com selantes impermeáveis que possam exacerbar um problema já existente.

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Sempre que uma humidade excessiva no terreno não consiga ser controlada por sistemas de drenagem, ou em zonas sujeitas a inundações, podem ser necessárias algumas alterações aos materiais históricos, aos sistemas estruturais, aos sistemas mecânicos, às janelas ou aos acabamentos.

No entanto, estas alterações devem ser  sensatas quanto à preservação desses materiais, elementos acessórios e acabamentos que compõem o carácter histórico do edifício e do local. 

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