Apontamentos Estudos laboratoriais sobre métodos químicos de limpeza da pedra

Estudos laboratoriais sobre métodos químicos de limpeza da pedra

Todos os reagentes ácidos e alcalinos usados nas soluções ou nas pastas de limpeza química foram capazes de remover alguma parte ou a totalidade da sujidade.

Assim, durante alguns processos de limpeza por duas fases, onde foi empregue um desengordurante alcalino, a pedra estava visivelmente mais limpa antes da aplicação das soluções ácidas de limpeza.

Também se descobriu que os químicos ácidos aplicados sem desengorduramento prévio foram capazes de remover a maior parte ou a totalidade da sujidade.  

Os produtos químicos demonstraram em campo e, mais tarde, em situações de painel de ensaio, serem capazes de remover a sujidade em concentrações e com tempos de acção menores do que os sugeridos pelos fabricantes.

O risco de produção de danos na superfície da pedra podem ficar muito reduzidos pela aplicação de químicos mais diluídos durante períodos mais curtos, e isso conseguindo-se um resultado final de limpeza comparável ao de um regime de limpeza com a intensidade total.  

A análise de perfis em profundidade mostrou que os poluentes, tais como o sulfato, foram capazes de penetrar no interior do granito dos painéis de ensaio, dos painéis de estudo em campo e dos blocos isolados em laboratório.

Os níveis de poluentes presentes foram muito baixos e, geralmente, só estavam presentes nos 0 a 5 mm superficiais.  

Houve muito pouca penetração dos químicos aplicados nas amostras retiradas dos painéis de ensaio, nos estudos em campo e nas amostras limpas em laboratório.

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As amostras limpas em laboratório exibiram a maior penetração de químicos, o que pode ter sido devido a o procedimento de enxaguamento ter sido menos eficiente do que o procedimento de enxaguamento usado em campo e nos estudos sobre  os painéis de ensaio.

Mesmo nas amostras em laboratório, a profundidade e a quantidade de penetração de químicos foram muito pequenas.

O painel de ensaio e o trabalho laboratorial mostraram ou sugeriram que pode ter havido uma retenção química aumentada nos granitos mais porosos.  

Os efeitos dos agentes químicos de limpeza sobre a argamassa foram bastante diferentes do que sobre o granito. Determinou-se que os poluente tinham conseguido ter acesso a profundidades de 10  mm nas juntas de argamassa, no campo.

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