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O Problema da Perda da Biodiversidade



Tanto a comunidade científica internacional quanto governos e entidades não-governamentais ambientalistas vêm alertando para a perda da diversidade biológica em todo o mundo, e, particularmente nas regiões tropicais. A degradação biótica que está afectando o planeta encontra raízes na condição humana contemporânea, agravada pelo crescimento explosivo da população humana e pela distribuição desigual da riqueza. A perda da diversidade biológica envolve aspectos sociais, económicos, culturais e científicos.

Os principais processos responsáveis pela perda da Biodiversidade são:

  • Perda e fragmentação dos habitats;
  • Introdução de espécies e doenças exóticas;
  • Exploração excessiva de espécies de plantas e animais;
  • Uso de híbridos e monoculturas na agroindústria e nos programas de reflorestamento;
  • Contaminação do solo, água, e atmosfera por poluentes; e
  • Mudanças climáticas.

As inter-relações das causas de perda de Biodiversidade com a mudança do clima e o funcionamento dos ecossistemas apenas agora começam a ser vislumbradas.

Três razões principais justificam a preocupação com a conservação da diversidade biológica:

  • Primeiro porque se acredita que a diversidade biológica seja uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas;
  • Segundo porque se acredita que a diversidade biológica representa um imenso potencial de uso económico, em especial através da biotecnologia; Terceiro porque se acredita que a diversidade biológica esteja se deteriorando, inclusive com aumento da taxa de extinção de espécies, devido ao impacto das actividades antrópicas.

O Princípio da Precaução estabelece que devemos agir já e de forma preventiva ao invés de continuarmos acomodados aguardando a confirmação das previsões para então tomarmos medidas correctivas, em geral caras e ineficazes.

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